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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O mais importante na vida de uma criança é ter com quem brincar, diz especialista



Luciano Lutereau, psicanalista e pesquisador da Universidade de Buenos Aires, afirma que as atuais opções de brinquedos e lazer dos pequenos não ajudam a desenvolver a capacidade de elaborar conflitos. Confira detalhes no texto do site do jornal Zero Hora

Doutor em Filosofia e Psicologia, o psicanalista argentino Luciano Lutereau, pesquisador e professor da Universidade de Buenos Aires, afirma que a melancolia sempre esteve associada à infância, mas reconhece que hoje essa condição se faz mais presente. O autor do livro O idioma das crianças lamenta que a brincadeira perca espaço para passatempos que são simples entretenimento, como videogames e outros atrativos tecnológicos, o que acarreta um prejuízo à capacidade de elaborar conflitos.

Os adultos têm enfrentado dificuldades para lidar com alguns sentimentos das crianças, como a tristeza, a raiva, a frustração?
Sem dúvida. Hoje nos encontramos com uma particular intolerância a respeito das emoções das crianças. Uma ideia própria da psicanálise, a de que a criança cresce através dos conflitos, é abandonada diante da expectativa de que ela sempre deve estar alegre. O imperativo do bem-estar, estendido à infância, leva o adulto a se assustar e a não saber como agir em situações normais, como as que demonstram a presença, na criança, de um sentimento de culpa inconsciente: por exemplo, as crianças são tachadas de instáveis ou impulsivas, quando esses estados expõem um traço particular do desejo infantil, o desejo de ser castigado. Um grande problema do nosso tempo é a intensa vigilância da infância em função de padrões adaptativos, como rendimento escolar, hábitos de higiene e costumes, e não baseada em seus próprios critérios de crescimento.

Em um artigo sobre a melancolia infantil, você escreveu que "começamos a temer o tédio como o mais urgente de todos os males e, no caso das crianças, nos preocupa muito mais que tenham algo para fazer do que pensar na plenitude do que fazem". Pode falar um pouco mais sobre isso?
Hoje em dia, parece muito mais importante ter uma vida exitosa do que uma vida autêntica. Dito de outra maneira, a sociedade contemporânea se baseia no efeito e não tanto no sentido. Desde muito cedo, as crianças são incluídas em práticas que ocupam o seu tempo, sem que isso implique uma "temporalização". Quando o tempo não está "ocupado", elas se sentem vazias e se aborrecem. Pedem para ser estimuladas. Inclusive os pais planejam suas viagens de férias considerando lugares que tenham recreação para seus filhos. Na tradição ocidental, o tédio e o aborrecimento não representaram apenas um tempo perdido, mas também uma passagem para a lucidez e a criação. A sociedade contemporânea, baseada na agilidade, esquece que o homem é a projeção no mundo da sua capacidade de invenção, e isso se reflete na infância como uma perda crescente da experiência lúdica. A brincadeira, antes de ser uma atividade, é uma ação que a criança inventa repetidas vezes. A brincadeira é o modo como a criança se inclui em um tempo próprio, e não uma temporalidade objetiva que prejudica o seu desenvolvimento.

Que tipo de mensagem o intenso consumismo de nossa época pode estar transmitindo às crianças?
O consumismo não tem mensagem, é uma ordem vazia de acumulação, de posse e descarte. O principal problema da atitude consumista é quando não se vincula apenas a objetos, mas também a pessoas. Desde pequena, a criança pode se acostumar a tratar os outros como descartáveis e as relações humanas como recicláveis e sem profundidade. O capitalismo atual é muito diferente daquele que se seguiu à Revolução Industrial. A sociedade pós-moderna não é utilitária, mas cínica, e este cinismo pode atingir as crianças se não levarmos em conta o importante papel da educação. Por exemplo, alguém poderia dizer a uma criança que ela não deve roubar porque pode ser presa, e isso não é mais do que um conselho prático. Na realidade, o fundamental é ensinar que ela não deve roubar porque assim prejudicará alguém. À moral de conveniência de nosso tempo, é preciso voltar a se opor uma ética da lei.

Por que a tristeza da criança é diferente da tristeza do adulto?
Porque nas crianças a possibilidade de perda é muito mais angustiante. Um adulto já está preparado para fazer uma relação entre o que se perde e o que permanece, através do luto, mas a criança costuma dramatizar essas perdas como absolutas. Além disso, a perda na infância pode acarretar um intenso sentimento de culpa – a criança acredita que fez algo errado ou foi má. A maneira como os adultos devem lidar com a tristeza das crianças é no sentido de reduzir o sentimento de culpa, permitindo que a brincadeira seja uma via de exploração das fantasias que as afligem. Esse território intermediário oferecido pela ficção, entre o interno e o objetivo, permite que a criança veja que seus temores não são tão intensos e que, além disso, são passageiros. E também que ela pode compartilhá-los com o outro sem ter medo de represálias. O mais importante na vida de uma criança é ter com quem brincar.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Perfil Cognitivo Kids



Mais uma novidade para o mês de fevereiro! O Perfil Cognitivo Kids será realizado com turmas de, no máximo, seis crianças. São quatro encontros, com 1,5 hora de duração cada. Confira detalhes sobre essa ferramenta de autoconhecimento do Espaço Educacional, que pode preparar pessoas de todas as idades para fazerem escolhas na vida alinhadas com propósito e significado:

É um recurso de autoconhecimento que nos ajuda a ter uma visão panorâmica de nosso potencial e de nossas fragilidades. A partir do resultado, aprendemos a explorar nossas habilidades, potencializando-as, e a exercitar aquilo que precisamos desenvolver.

Com os estilos de aprendizado, exercitamos a nossa comunicação e nossa forma de aprender, passamos a observar e reconhecer como as pessoas aprendem para conquistar uma comunicação eficiente e uma aprendizagem produtiva. 

Com os estilos de raciocínio ou de comportamento, exercitamos nossa capacidade para resolver problemas com inteligência emocional, ou seja, acessar o hemisfério cerebral esquerdo para enxergar a realidade e o hemisfério cerebral direito para ter acesso aos nossos sentimentos e, assim, agirmos alinhados com nossas convicções. A busca do equilíbrio entre razão e emoção é um processo que nos acompanha a vida toda e que nos auxilia a fazer escolhas.

Com as inteligências múltiplas, descobrimos nossas áreas de interesse, onde se localizam nossas habilidades e talentos. Uma nova concepção do que é ser inteligente surge e tem muito a ver com as exigências do século XXI. As inteligências múltiplas podem ser utilizadas como um recurso que nos agrega muitos benefícios, como aliar vocação com profissão, descobrir canais saudáveis para liberar o estresse e estimular a criatividade.

Mais informações pelo telefone (11) 3846-6785 ou pelo e-mail jcoelho@espacoeducacional.com.br.

Faça o teste do Perfil Cognitivo gratuitamente no site: http://perfilcognitivo.com.br/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Projeto Alfabetização Emocional



O Espaço Educacional começa 2017 cheio de novidades! Uma delas é o Projeto Alfabetização Emocional (PAE). A partir de fevereiro, as turmas de seis a oito crianças participarão dos encontros de duas horas de duração, uma vez por semana. Confira detalhes: 

O Projeto Alfabetização Emocional nasceu para materializar a importância da inteligência emocional em nossa vida, não importa a faixa etária.

Ele representa o conceito de Educação para a Vida, pois o aprender e o ensinar só acontece quando estamos envolvidos emocionalmente na situação e, da mesma forma que pode estimular o nosso aprendizado, pode também bloquear.

O aprender nos acompanha desde a infância até a maturidade. Estar vivo é manter o brilho nos olhos para aprender em qualquer situação. 

A vida é composta de experiências com erros e acertos, que acionam imediatamente nossas emoções. E estas emoções precisam ser expressadas de diferentes formas para que aprendamos a lidar com elas de forma saudável. 

Aprender a olhar para dentro de si mesmo e acessar pensamentos e sentimentos (Inteligência intrapessoal) e aprender a se colocar no lugar do outro, com empatia, (inteligência interpessoal) é desenvolver a nossa inteligência emocional.

No ano passado, o Espaço Educacional realizou o Projeto Alfabetização Emocional (PAE) com crianças do Centro de Criança e Adolescente (CCA) Santa Teresa de Jesus. Confira aqui detalhes dos ótimos resultados!

Mais informações pelo telefone (11) 3846-6785 ou pelo e-mail jcoelho@espacoeducacional.com.br.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Novidade!: Site do Perfil Cognitivo



O Perfil Cognitivo do Espaço Educacional agora tem um site! Você pode fazer o teste online gratuitamente e terá um mapa do seu potencial! Confira a novidade já: http://perfilcognitivo.com.br/

O Perfil Cognitivo é uma ferramenta de autoconhecimento estruturada que dá um mapa do potencial da pessoa e de um grupo, identificando habilidades e dificuldades ou desafios baseado no tripé abaixo:

Estilos de Aprendizado - Nos Estilos de Aprendizado, a pessoa tem a oportunidade de descobrir seu estilo predominante e tornar seu aprendizado mais produtivo e prazeroso, bem como adequar a forma de ensinar e transmitir informações para outras pessoas com mais eficácia e personalização.

Estilos de Raciocínio e Comportamento - Nos Estilos de Raciocínio e Comportamento (neurociência), identificam-se a predominância do hemisfério cerebral e estilos, mostrando como a pessoa sente, pensa e age para resolver problemas em qualquer área de sua vida.


Inteligências Múltiplas - Nas Inteligências Múltiplas, quebra-se o paradigma do que é ser inteligente, ampliando esse conceito e identificando as áreas de interesse em que estão localizados os talentos e habilidades de cada pessoa e de um grupo.




quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

4 brincadeiras para agitar as crianças e não se prender à tecnologia



Com a chegada das férias, é importante incentivar as crianças a brincar também sem o uso da tecnologia.“Não precisa demonizar os games, mas é importante que aquelas brincadeiras clássicas dos nossos pais e avós sejam sempre lembradas”, explica a psicopedagoga Sheila Leal, que também é fonoaudióloga e especialista em desenvolvimento infantil. A especialista, criadora do Projeto Filhos Brilhantes, conta que as boas e velhas práticas, como a ciranda e o esconde-esconde, ajudam os pequenos a desenvolverem processos cognitivos, equilíbrio, coordenação motora e outras habilidades importantíssimas.

A psicopedagoga ensina quatro brincadeiras que podem ser feitas na praia, no parque, ou em qualquer outro espaço amplo, e que estimula muito mais o desenvolvimento das crianças. Confira:

1- Amarelinha

Com um simples giz no chão, ou qualquer brinquedo na areia da praia, é possível desenhar os quadrados da que formam o caminho da brincadeira. Após desenhar os quadrados numerados de 1 a 10, Sheila conta que basta uma pedrinha para jogar em algum quadrado, e que vai simbolizar o local onde não se deve pisar. “Já ao desenhar o caminho, as crianças começam a desenvolver a capacidade motora e, dependendo da idade, já aprendem os números”, explica Sheila. “Ao pular em um pé, elas trabalham o equilíbrio e melhoram a percepção de espaço”.

2- Caça ao tesouro

A brincadeira consiste em esconder um prêmio – como um brinquedo ou algum doce, por exemplo – em um lugar, e criar um caminho de dicas para que os pequenos encontrem o tesouro. “Dá para fazer em um espaço grande, como uma casa inteira, mas também dá para adaptar em um único lugar, como um quintal ou uma sala”, explica. Sheila conta que esse tipo de brincadeira estimula a atenção, agilidade, o raciocínio lógico e a concentração. “Se as perguntas ou os desafios forem bem feitos, é possível desenvolver a cooperação das crianças e o conhecimento que elas já adquiriram”, conta a psicopedagoga.

3- Elefantinho colorido

Um participante diz “Elefantinho colorido”, e os outros devem responder: “que cor?”. Assim que ele diz a cor escolhida, os outros que participam da brincadeira devem tocar em algo com a mesma cor antes que o “elefantinho” consiga capturá-los. “É possível fazer isso em um salão ou qualquer outro lugar com itens de várias cores”, conta Sheila Leal. Segundo a especialista, a brincadeira ajuda a desenvolver o conhecimento das cores e a capacidade de observação do ambiente. “Espalhe brinquedos ou quadros coloridos pelo ambiente, e aproveite para brincar com diferentes tons, como azul claro e vinho, por exemplo”, sugere.

4- Cabo de Guerra

A brincadeira é simples e muita gente conhece. Basta pegar uma corda e marcar o meio dela com uma fita. “Em seguida, determine o espaço máximo que ela deve cruzar, colocando duas marcas no chão, e tudo o que as crianças devem fazer é puxar a corda para que o meio dela chegue à marca do chão”, explica. Segundo a especialista, o segredo da brincadeira é, muito mais que trabalhar a força física, desenvolver o espírito competitivo saudável. “Faça com que eles queiram ganhar e se superar, mas procure valorizar o esforço de todos”, conta, destacando também o trabalho em equipe que os pequenos podem desenvolver quando mais de uma criança está de cada lado da corda.

Tão importante quanto as brincadeiras, que tiram as crianças da mesmice nas férias e ajudam no desenvolvimento, é que os adultos participem e se divirtam juntos. “A presença dos pais nas brincadeiras é muito importante para que eles interajam, e também para que os adultos conheçam mais profundamente as capacidades e dificuldades dos filhos”, conclui a especialista.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Qual o maior prazer?



Qual é a relação entre aprendizado e prazer em sua vida? Confira texto reflexivo sobre o assunto, assinado por Eliana Gavioli:

Música, sexo, gastronomia, turismo, leitura, consumismo seriam as respostas mais comuns a esta pergunta, mas com certeza podemos nos surpreender com a variedade de respostas obtidas. As pessoas realmente conseguem tirar prazer das mais variadas atividades. 

Acontece, que em geral, por mais prazerosas que sejam estas atividades, elas sempre implicam em restrições de toda ordem. Umas mais e outras menos, mas sempre está presente algum fator estraga-prazer, tentando, de alguma forma, restringir o nosso prazer. 

Para algumas, é preciso ter idade para poder começar. Para outras, depois de certa idade já não tem a mesma graça. Existem aquelas que exigem uma boa saúde, e aquelas que sem companhia, perdem totalmente o encanto. Atividades existem que são muito dispendiosas e outras que não se deve realizar em qualquer lugar. E outras ainda são limitadas no tempo de duração.

Com tantas restrições, parece que a vida vai ficando muito curta e os momentos de prazer escassos e fugazes. Assim é preciso descobrir uma maneira inteligente e criativa, para tentar tirar da vida o que ela tem de melhor. 

É extraordinária a experiência de assistir ao processo de desenvolvimento de uma criança. As tensões do dia se desvanecem, assim que adentramos em casa, ao contemplar o balbuciar das primeiras palavras ou assistir ao ensaio dos primeiros passos. É interessante observar que, ninguém está absolutamente preocupado, com o fato de as palavras serem pronunciadas de forma errada ou que o passo possa terminar em um tropeço, que de imediato é amparado por mãos amorosas.

O prazer de aprender acontece de uma forma intensa, completa e inebriante, tanto para a criança, quanto para os pais. Em nenhum momento, os pais se preocupam com a possibilidade do filho falar errado pelo resto da vida ou viver aos tropeções. 

No entanto, este prazer começa a diminuir consideravelmente, quando as novas aprendizagens começam a implicar em fatores determinantes para o futuro sucesso ou fracasso da criança.

É neste ponto que a porca torce o rabo, afinal, quem é que não quer ver o filho formado, bem empregado e realizado? Assim, quando a criança, traz pela primeira vez a famigerada lição de casa, o prazer de aprender começa a ir pro brejo. 

Todos nós passamos por isso, e às vezes levamos toda uma vida para resgatar aquele que pode ser o maior prazer experimentado pela espécie humana. Sim, porque analisado à luz das restrições, aprender é o campeão disparado, entre todos os outros prazeres. 

Desde o primeiro sopro de vida, e mesmo antes disto, até o último suspiro, podemos aprender. Pessoas aprendem até durante um estado de coma profunda.

Mesmo sem saúde, com a perda da visão, da audição e da fala, podemos aprender. 

Aprendemos através da influência de um professor, em meio a um grupo ou sozinhos, como autodidatas. Aprendemos sem a necessidade de recursos, pois podemos aprender observando a natureza ou o comportamento das pessoas. Podemos aprender sempre, desde a hora em que acordamos e até enquanto dormimos. E aprendemos em qualquer lugar.

O processo de aprendizado parte de um estado de ignorância sobre algum assunto, e através do esforço despendido em direção ao conhecimento, nos dá convicção acerca da nossa própria capacidade, além de coragem para enfrentar novos desafios. O conhecimento obtido não ocupa espaço, não exige esforço para ser mantido, nos dá uma maior qualidade de vida e quase sempre implica em ganhos monetários que ao serem investidos, permitem que possamos usufruir de todos os outros prazeres. 

Então, a pergunta que fica é: Como anda a sua relação com o processo de aprendizado e todo o prazer que ele pode te proporcionar?

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Projeto Alfabetização Emocional


O Espaço Educacional realizou o Projeto Alfabetização Emocional (PAE) com crianças do Centro de Criança e Adolescente (CCA) Santa Teresa de Jesus. Confira detalhes sobre a proposta e os ótimos resultados:

O Projeto Alfabetização Emocional nasceu para materializar a importância da inteligência emocional em nossa vida, não importa a faixa etária.

Ele representa o conceito de Educação para a Vida, pois o aprender e o ensinar só acontece quando estamos envolvidos emocionalmente na situação e, da mesma forma que pode estimular o nosso aprendizado, pode também bloquear.

O aprender nos acompanha desde a infância até a maturidade. Estar vivo é manter o brilho nos olhos para aprender em qualquer situação. 

A vida é composta de experiências com erros e acertos, que acionam imediatamente nossas emoções. E estas emoções precisam ser expressadas de diferentes formas para que aprendamos a lidar com elas de forma saudável. 

Aprender a olhar para dentro de si mesmo e acessar pensamentos e sentimentos (Inteligência intrapessoal) e aprender a se colocar no lugar do outro, com empatia, (inteligência interpessoal) é desenvolver a nossa inteligência emocional.

O nosso desafio é trabalhar a alfabetização emocional da infância à maturidade.

Aprendendo com as emoções (resultados)


Medo (dobradura ou origami)
Curiosidade
Aprender com curiosidade, desconstruindo o medo de errar.


Alegria (Cartaz da alegria - recorte e colagem)
Entusiasmo
Brilho nos olhos e motivação em uma situação colaborativa de aprendizado.
Raiva (argila ou massinha - modelagem com as mãos)
Determinação
Persistência para conseguir o que se deseja.

Tristeza (instrumento musical personalizado)
Acolhimento
Capacidade de acolher e expressar a tristeza para transmutar.

Afeto (mandala - dança circular)
Colaboração e união
Aprender a tecer relações com afeto e a construir uma rede de colaboração e união entre as pessoas.

Eu, o outro e a energia das emoções (O que meu nome fala de mim? / Ikebana)
Autoestima, doação e desapego
Aprender a compartilhar, a doar e a desapegar.
Complementos