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domingo, 9 de fevereiro de 2014

É possível deixar a aula tão legal quanto um game



Você sabia que é possível tornar a aula tão legal quanto um game? A conclusão do texto apresentado pelo site do Porvir de que "é importante criar um ambiente estimulante, criativo e, é claro, divertido” sempre foi a dinâmica de aula do Espaço Educacional nos projetos para associar estudo com prazer. Confira abaixo a publicação na íntegra e os comentários da pedagoga Jamile Magrin Goulart Coelho, diretora do Espaço Educacional:

Por que será que os jovens passam tantas horas tentando vencer as fases de um game – e adoram? Parece mágica, mas não é. São apenas alguns truques usados pelos criadores de games para fazer com que eles sejam tão “viciantes” ao ponto que as pessoas não querem parar de jogá-los. A boa notícia é que esses truques podem ser usados em sala de aula e nem é preciso ter muita tecnologia à disposição. Basta, para isso, criar uma atmosfera de jogo em sala de aula: estimular os alunos errar e escolher seus próprios caminhos. Confira, a seguir, cinco dicas dos criadores de games que podem ser usados para deixar os alunos “viciados” em aprender:

1- Criar eventos virtuais fora da escola 
Faça sua aula ser um evento. Jogos como o FarmVille ou o Animal Crossing têm eventos acontecendo o tempo todo, mesmo que os jogadores não estejam on-line. Suas plantações precisam ser cultivadas e alguns dons especiais são entregues àqueles, por exemplo, que jogarem no dia do seu aniversário.

Nas escolas, por que o aprendizado não pode continuar quando o aluno vai para casa? Professores que conseguem mesclar conteúdo on-line e off-line fazem com que o processo de aprendizado seja mais dinâmico e continue para além do horário escolar. 

Um exemplo de atividade que o professor pode desenvolver fora da sala de aula é a marcação de eventos virtuais – com nome, data e horário –, em que os alunos assistem a alguns vídeos para discutir, ao vivo, com o professor, por meio de softwares de chamada, como o Skype ou o hangout, do Google+.

2- Medir ao longo do processo
Em alguns jogos, como o Angry Birds, os jogadores devem falhar muitas vezes antes de ter sucesso. Na sala de aula, tente fornecer maneiras para que os alunos cometam vários pequenos erros, em vez de impor grandes testes ou exames. Um jeito de fazer isso é por meio de ferramentas on-line, como o Socrative, para verificar a compreensão dos alunos durante uma unidade, ou durante cada aula. Ofereça aos alunos maneiras de dar e receber feedback.

O educador pode criar projetos que incentivem os alunos a fazer protótipos para, em seguida, dar um feedback construtivo sobre todas as fases do processo de desenvolvimento. É importante que o professor não espere o trabalho ser concluído para dar sua opinião, mas que guie todo o processo, identificando os acertos, os erros e indicando o melhor caminho a seguir.

3- Criar diversos caminhos para alcançar o mesmo objetivo 
Os primeiros jogos que surgiram só ofereciam uma maneira de vencer. O jogador precisava cumprir uma série de objetivos pré-determinados em uma determinada ordem: correr até a rampa para encontrar a chave que abrisse a porta para vencer o dragão. Se ficasse preso em algum momento, não poderia terminar o jogo. Já os jogos mais modernos, como o Mario 64 e a franquia GTA (Grand Theft Auto), proporcionam ambientes cheios de missões para completar e lugares para explorar, na ordem que cada jogador deseja. Ou seja, o final do jogo será sempre o mesmo, mas cada um pode escolher seu caminho para chegar até ele.

O educador precisa encontrar esse mesmo tipo de flexibilidade em seu próprio currículo. Na escola, as disciplinas seguem um programa conjunto que vai, ao final de cada ciclo, aprovar o aluno com base em sua progressão por meio de um conjunto linear de objetivos, como faziam os jogos velhos. Mas, em sala de aula, o educador precisa ser mais criativo ao construir esses caminhos. Em vez de oferecer uma “missão principal”, guie os alunos para um mesmo objetivo, proporcionar muitas “minimissões”, que permitem que os alunos investiguem ainda mais e, consequentemente, se aprofundem mais no conteúdo da disciplina.

4- Reconhecer o progresso
Os criadores de jogos sabem que os jogadores têm mais probabilidade de desistir nos primeiros minutos de um jogo. Se eles não são “viciados” na primeira oportunidade, há uma boa chance de ele sair e não voltar nunca mais. É por isso que a maioria dos jogos modernos começam com desafios mais simples. Isso permite aos jogadores construir novas habilidades de que vai precisar ao longo do jogo.

O mesmo pode acontecer com cada aluno nos níveis iniciais de seu curso. Tente oferecer um feedback positivo para a realização de cada uma das tarefas simples que, com o decorrer do tempo, vão ficar mais difíceis. Assim, os estudantes não se assustam e ficam gradativamente mais cativados pela proposta.

5- Propor atividades que façam sentido para os alunos 
Alguns dos jogos mais bem sucedidos de todos os tempos, como Civilization e Minecraft, permitem que os jogadores definam seus próprios objetivos e são livres para expressar sua criatividade no processo de construção de uma missão difícil.

Da mesma forma, o professor deve encontre maneiras de envolver os alunos em iniciativas que façam sentido para ele e sua comunidade. O professor pode, por exemplo, propor uma economia de sala de aula que funcione com moeda projetada pelas próprias crianças ou organizar um projeto na comunidade para beneficiar instituições locais. 

Dadas as cinco dicas, vale dizer que as crianças ou jovens não precisam jogar games reais em sala de aula para se beneficiar da dinâmica do jogo. O professor também não precisa conhecer games para desenvolver um currículo estimulante e envolvente como os jogos. Antes de tudo, é importante criar um ambiente estimulante, criativo e, é claro, divertido.

Comentário

No Espaço Educacional, a proposta é construir projetos personalizados e, para isso, os professores participam de forma ativa de reuniões semanais em que os projetos são discutido. Comentamos tudo que tem bom resultado e compartilhamos experiências diferentes e, principalmente, o que não está dando certo, as dificuldades encontradas, para pensarmos juntos em soluções.Por isso, sempre afirmei que funcionamos como um laboratório de aprendizagem.

A conclusão do texto apresentado pela Porvir de que “é importante criar um ambiente estimulante, criativo e, é claro, divertido” sempre foi a nossa dinâmica de aula nos projetos para associar estudo com prazer. Tanto que na entrada do EE temos o logo com a seguinte mensagem: “Descubra o prazer em estudar”.

Dentre as cinco dicas dos criadores de games, algumas já fazem parte de nosso dia a dia e outras pretendo implementar durante este ano. A sugestão de criação de protótipos tem muito a ver com nosso projeto de construção, que alia um assunto que está sendo estudado com outros recursos (artes, música, sucata), de acordo com a área de interesse do estudante. Tem um caminho de construção em que existe inicialmente um planejamento, a execução com feedback contínuos até a finalização e, esse projeto construído pelo estudante com a orientação e parceria de seu professor fica exposto na recepção interativa onde pais e/ou alunos aguardam seu horário.

Propor atividades que façam sentido para os alunos sempre foi o nosso objetivo principal, explorando o aprendizado sinestésico, que utiliza de recursos motivacionais para estimular o “aprender fazendo”, a experimentação e posterior avaliação.

Fonte: Porvir

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Depoimento: Aluna


Confiram o depoimento da aluna Camila Francis Galliez, que nos estimula a continuar com o nosso trabalho:

"Eu queria agradecer vocês por tudo. O apoio, o carinho, os conselhos e, claro, as aulas ótimas, que tiveram um papel essencial para que fosse possível que a minha confiança se sobressaísse sobre as minhas dificuldades e inseguranças, o que resultou na minha chegada à próxima fase da minha vida. Foi um ano difícil, mas vocês me ajudaram em todos os sentidos, aguentaram todas as minhas crises, enxugaram as minhas lágrimas e tiveram paciência como ninguém para fazer sumir a minha cara de 'não tô entendendo'. Todos vocês do Espaço Educacional me ajudaram de alguma forma e fizeram meus dias mais felizes e vou sentir falta de cada um de vocês."

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Depoimento: Mãe


Apresentamos com orgulho o depoimento de uma mãe de ex-aluna do Projeto Recomeçar do Espaço Educacional:

"Gostaria apenas de compartilhar com você, Jamile, que o Espaço Educacional foi muito importante para todos nós. Minha filha terminou o supletivo e começou a fazer um curso de Design Gráfico. Embora não tenha terminado a universidade, já está trabalhando por conta e é muito talentosa. Pouco a pouco vem conseguindo seus clientes e elogios aos seus trabalhos. Com isso sua autoestima está se fortalecendo a cada dia. Às vezes, nós pais, precisamos de ajuda para entender as várias formas de inteligência e como elas se manifestam. O Espaço nos ajudou nesse sentido. Parabéns por perseverar com o Espaço Educacional. O mundo precisa de mais Jamiles."

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Emoções no currículo



Cresce lá fora um movimento que defende a ideia de que é possível ensinar inteligência emocional às crianças – sobretudo, na escola. A pedagoga Jamile Magrin Goulart Coelho, diretora do Espaço Educacional, apresenta uma síntese e comentários sobre o texto com esse assunto da Solange Azevedo, na revista Claudia. Confiram:

Cresce um movimento em defesa da tese de que as competências socioemocionais, a capacidade de lidar com as situações e as pessoas – podem e devem ser ensinadas na escola. O principal argumento é que não se pode ignorar a inteligência emocional porque, além de ser fundamental para o sucesso nos relacionamentos, ela causa impacto significativo no desempenho acadêmico.

Em grande parte, o assunto entrou na ordem do dia porque começou a ser encarado como uma forma de combater enormes fantasmas que assustam a sociedade americana, como a violência, o uso de drogas, o bullying e até o suicídio infanto-juvenil. “A maneira como enfrentamos e dominamos as situações do cotidiano é a expressão da nossa inteligência emocional, e é importante que ela seja trabalhada na escola desde cedo”.

O impacto no aprendizado

Pesquisas indicam que aspectos emocionais, como autoconfiança e força de vontade, são tão ou mais importantes para o aprendizado do que as capacidades cognitivas: atenção, memória e organização. Umas delas, feita a partir do cruzamento de dados de 35 mil brasileiros inscritos no site temperamento.com.br, foi conduzida pelo psiquiatra Diogo Lara, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). “Sob esse ponto de vista, é melhor ser alegre e desatento do que atento e desmotivado”, avalia o médico. Outros estudos, como no Reino Unido que acompanhou os registros de 17 mil crianças durante 50 anos, sugerem que essas características influenciam mais o sucesso pessoal e profissional do que outros tipos de inteligência, como a lógico-matemática e a linguística. Além de mostrar que a propensão para se dar bem na vida é maior entre as pessoas consideradas emocionalmente inteligentes, essas análises também sinalizam que a probabilidade de elas terem casamentos mais duradouros e sofreram menos depressão e ansiedade também é maior.

Projetos que se dispõem a desenvolver a inteligência socioemocional, ajudar a criar caminhos neurológicos que tornam as crianças capazes de se recuperar mais rapidamente de experiências negativas. “Uma criança confiante, bem-aceita e valorizada certamente estará mais desperta para o aprendizado. Entenderá, por exemplo, que errar faz parte da vida e aprenderá como agir diante de uma dificuldade. Saberá decidir se vai empacar, persistir ou se esforçar”, avalia a psicanalista Claudia Monti Schonberger, coordenadora de equipe clínica do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.

Emoções liberadas
Gerenciar bem as emoções, alertam os especialistas, não significa represá-las. A criança precisa encontrar abertura suficiente para sentir medo, angústia, raiva, tristeza, alegria, euforia. Em vez de dizer “não chore” ou “controle-se”, os adultos devem acolher os pequenos, procurar compreender as razões do comportamento deles e ajudá-los a dar respostas adequadas às situações.

Uma das formas mais eficazes de aprender a lidar com isso nessa fase da vida é por meio de brincadeiras. “Estimular o lado lúdico é importantíssimo”, lembra o psiquiatra Diogo Lara.

O psiquiatra ressalta que boa parte da saúde emocional da criança é transmitida pela família porque, até os 4 ou 5 anos, o cérebro infantil só tem capacidade para se ocupar dos vínculos mais íntimos. É a fase em que ela aprende a amar e ser amada.

De maneira geral, as escolas brasileiras ainda não se deram conta do quanto podem fazer para aprimorar as competências emocionais dos estudantes. “As escolas se preocupam com português e matemática, mas se esquecem dos aspectos emocionais que, no final das contas, têm até mais peso no desempenho acadêmico.”


Comentários

Faz 20 anos que o Espaço Educacional cumpre sua missão “Educar com competência, criatividade e afetividade” com base no tripé de sua proposta pedagógica: aspectos comportamental, cognitivo e emocional.

Sabemos que as competências emocionais são fundamentais para que o processo de aprendizagem aconteça e o estudante supere todos os obstáculos que o estão impedindo de obter melhores resultados na escola ou maior produtividade em seus estudos.

Todos os professores do Espaço Educacional consideram que a primeira etapa de qualquer projeto consiste em despertar no aluno o desejo de aprender, “acender o olho” e criar o envolvimento necessário para enfrentar e vencer desafios. Tudo isso aliado ao vínculo com o professor é essencial para o bom andamento dos projetos.


Para isso trabalhamos com ferramentas de autoconhecimento e de autoavaliação que auxiliam o estudante no processo de aprendizagem, levando-o a encarar os desafios, lidar melhor com os erros, melhorar a autoestima e formar vínculo com o professor, seu parceiro nesta trajetória.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

“Estamos sem tempo para refletir”



Daniel Goleman, psicólogo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirma que estímulos constantes criaram uma geração sem foco, com dificuldade de desenvolver o raciocínio lógico e criativo. A boa notícia: é possível aprender a se concentrar. Devido à importância do assunto, a a pedagoga Jamile Magrin Goulart Coelho, diretora do Espaço Educacional, apresenta uma síntese e comentários da entrevista concedida pelo profissional à revista Exame (leia a reportagem aqui). Confira: 

Goleman, defende que - num momento em que a tecnologia e o excesso de informação geram distrações a cada minuto – criou-se uma geração sem foco, com dificuldade de desenvolver a capacidade de concentração. Mas, para ele, a atenção é como um músculo que pode ser treinado. E quem consegue chegar lá tem idéias melhores e mais criativas. É o que fazia Bill Gates quando presidia a Microsoft, nos anos 90. Em períodos que chamava de “think weeks” (numa tradução livre, “semanas para pensar”), ele passava uma quinzena numa casa no campo para pensar sem interrupções.


O senhor defende que as pessoas nunca estiveram tão desfocadas. Quais são as consequências?
Estamos sem tempo para refletir. Sem essa pausa não conseguimos digerir o que está acontecendo ao redor. Os circuitos cerebrais usados pela concentração são os mesmos que geram a ansiedade. Quando aumenta o fluxo de distrações, a ansiedade tende a aumentar na mesma proporção. Precisamos ter um momento, no trabalho e na vida, para parar e pensar. Sem concentração, perdemos o controle de nossos pensamentos. Mas o oposto, quando estamos muito atentos (excesso) também é um problema. Nos tornamos vítimas de uma visão restrita e da mente estreita. É preciso dar equilíbrio a isso.



Como escapar dessa armadilha?

Dormir bem ajuda na concentração. Mas o melhor exercício é criar um período em que as interrupções sejam proibidas. Isso significa não ter reuniões, receber ligações, ver e-mails ou ter contato com qualquer outra fonte de distração. No Google, por exemplo, os funcionários têm sido incentivados a parar por alguns minutos durante o dia e prestar atenção na própria respiração. Isso faz com que o circuito do cérebro responsável pela concentração seja ativado. Existem três tipos de foco: o interno, o externo e o empático (voltado para o outro). O interno é a habilidade de se concentrar, apesar do que há ao redor. O externo é a capacidade de análise do ambiente. E o empático é a competência de prestar atenção em alguém. O foco interno é a chave para o profissional se motivar, ter metas, se controlar. O foco externo ajuda na leitura da situação de forma mais ampla. É com ele que conhecemos quem são os competidores, como está o mercado, a economia e quais são as mudanças tecnológicas. A empatia é importante para quem quiser ser um bom líder. Ela é a forma como entendemos e falamos com as pessoas.


Em seu livro, o senhor cita Steve Jobs, fundador da Apple, como alguém com alto poder de foco. Ele praticava meditação, considerada um bom exercício de concentração. Como a prática pode ser útil?

Ao meditar, Jobs entrava no estado de consciência aberta. Experimentos sugerem que estar nesse estado, que é dar atenção a tudo o que está passando na mente, é a fonte dos pensamentos mais criativos. É ir além de reunir informações e ter uma atenção seletiva, num processo que usamos para resolver um problema particular. É liberar o cérebro para fazer as associações acidentais que levam a novas percepções. Artistas e inventores costumam praticar devaneios produtivos.


Como não ceder à tentação de ficar conectado o tempo todo?
Exercitar o foco é importante. Realizar a tarefa e, só depois, ver as notícias ou responder a um e-mail. A melhor forma de fazer isso é dando recompensas. Você só pode acessar um site que deseja depois de terminar determinada atividade que planejou.



No livro, o senhor diz que profissionais que atuam em áreas de que gostam têm mais poder de foco. Por que isso acontece?

O que precisamos fazer é buscar tarefas mais difíceis. Isso aumenta o poder de foco. E costumamos perseguir espontaneamente isso com mais frequência quando gostamos do que fazemos.


Comentário

Exercitar a capacidade de atenção e concentração é um dos desafios do sec. XXI, principalmente para as novas gerações que usam a tecnologia de forma constante tanto para estudo, trabalho como para o lazer. Buscar novos recursos e estratégias para o desenvolvimento da atenção e concentração de nossos estudantes é uma das metas do Espaço Educacional no ano de 2014.

Achei bastante interessante este artigo com a entrevista de Daniel Goleman. Ele mostra um enfoque diferente para desenvolver a criatividade a partir da capacidade de concentração. Isso porque a criatividade na maioria das vezes é associada a uma forma não linear de pensamento, a uma tempestade mental (brainstormimg) e não à capacidade de atenção e concentração. 

A atenção e a concentração é um dos itens do aspecto comportamental da proposta pedagógica do Espaço Educacional e a criatividade é um dos pilares da nossa missão: Educar com competência, criatividade e afetividade.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Coisas que aprendi em 2013



Para fechar o ano, a pedagoga Jamile Magrin Goulart Coelho, diretora do Espaço Educacional, listou várias coisas que aprendeu em 2013. E vocês, o que aprenderam?

- Aprendi que, se você não unir habilidade e paixão em sua profissão, você nunca se realizara profissionalmente;

- Aprendi que aprender a “pensar fora da caixa” é fazer um exercício para enxergar uma situação de vários ângulos, fugindo da mesmice;

- Aprendi que precisamos quebrar paradigmas e não simplesmente reproduzir o que nos foi passado de forma automática, como se fossemos robôs. Afinal, o homem tem a capacidade de questionar e de criar coisas novas;

- Aprendi que precisamos nos reinventar e estar aberto ao aprendizado durante a vida toda, não importa a faixa etária;

- Aprendi que a criatividade é a capacidade de tirar as coisas do lugar e reinventá-las com uma composição diferente;

- Aprendi que o digital faz parte de nossa vida e pode agregar muitos benefícios, mas que pode se tornar uma fuga daquilo que não queremos enfrentar pessoalmente;

- Aprendi que todo sonho pode se tornar realidade se você se apoiar no tripé: pensar, sentir e agir;

- Acredito que o Espaço Educacional ainda sobrevive depois de tantos anos porque está cumprindo a sua missão de educar com competência, criatividade e afetividade e por se nortear por princípios e valores.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Conheça o EE: Tripé da Proposta Pedagógica


Este é o tripé da proposta pedagógica do Espaço Educacional: Comportamental (como o aluno lida com a vida escolar no dia a dia), Cognitivo (como ele aprende) e Emocional (motivação e autoestima em relação à vida escolar). Para mais informações, ligue para (11) 3846-6785 ou acesse nosso site: http://www.espacoeducacional.com.br/.